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quinta-feira, abril 3, 2025

Polícia do Tropa recebe e treina cães de guerra em Curitiba

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A 5ª Companhia de Polícia do Tropa (5ª Cia PE) recebeu quatro filhotes para iniciar o treinamento na Seção de Cães de Guerra, no Potente do Pinheirinho. Dois filhotes, o pastor germânico Bradock e o rottweiler Blade, ambos de 7 meses, foram adquiridos em conjunto com o 5º Batalhão de Suprimento. Outros dois rottweilers, Perseu e Nico, de 5 meses, vieram do canil do 2º Batalhão de Polícia do Tropa (2º BPE), em Osasco (SP).

Os animais possuem diversos tipos de domesticação, uma vez que faro, obediência, guarda e proteção pessoal, e atuam em operações na extensão de responsabilidade da 5ª Divisão de Exército, principalmente na filete de fronteira, no Paraná e em Santa Catarina.

O 3º Sargento Rafael Lutero Valadares Onofre, ajuntado da Seção de Cães de Guerra da 5ª Cia PE, conta que o uso do cão agiliza o trabalho da tropa em postos de revista, por exemplo, em estradas e rodoviárias. “Nossos cães farejam mais de 11 substâncias entorpecentes, uma vez que crack, maconha, cocaína, LSD, entre outros. Uma varredura que a gente levaria 40 minutos para fazer bagagem por bagagem, com o cão em menos de 15 minutos a gente consegue fazer”, afirma o Sargento.

O Sgt Lutero também realiza e coordena o trabalho de treinamento dos cachorros. Ele conta que, logo que os animais chegam, com 4 ou 5 meses, já é necessário fazer o trabalho de socialização do cão com outros cães e com os humanos.

Além do mais, eles fazem o chamado imprinting, que significa expor os filhotes às situações mais diferentes que eles podem vir a encontrar quando forem adultos. Para isso, uma pista é preparada com diversos tipos de solo e superfícies. Os filhotes caminham sobre garrafas plásticas, plataformas móveis, grama, soalho derrotado, areia, estofados, um túnel feito com pneus e até uma pequena poça de chuva. Segundo o sargento, os cães da raça rottweiler serão treinados para guarda e proteção e o pastor germânico seguirá para treino de faro.

O Comandante da 5ª Cia PE, Capitão André da Silva Almeida, destaca o uso dos cães na potencialização da atuação da tropa na detecção de narcóticos e de explosivos. Outrossim, os cães trazem um outro favor, de quem valor não pode ser medido. “O bicho também serve uma vez que suporte psicológico, atua na redução do estresse da tropa e potencializa nossa coesão, isso historicamente desde a 2º Guerra Mundial, quando uso dos cães foi adotado na tropa”, afirma o capitão. Os animais também têm condições de fazer demonstrações de domesticação em escolas, universidades e ações cívico sociais.

Cães de Guerra

Considerados combatentes uma vez que quaisquer militares da Força, eles são chamados de ‘Cães de Guerra’ e integram desde missões de sentinela e fiscalização a saltos com a tropa paraquedista. Os cães chegam aos canis do Tropa ainda filhotes, com menos de um ano, e podem permanecer até oito anos empregados em operações militares. Finalizado o seu período na Força, o cão, quando necessário, pode permanecer na Instituição até o termo de sua vida com todo suporte cevar e veterinário, e também pode ser adotado pela sociedade ou até mesmo pelo seu próprio adestrador. A adoção dos cães é prevista nas Normas para o Controle de Caninos no Tropa Brasílico (NORCCAN).

 

DefesaTV

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