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quinta-feira, abril 3, 2025

F-5: 50 Anos defendendo a soberania do Espaço Alheado Brasílio

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Meio século de vantagem na Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira

A Força Aérea Brasileira (FAB) celebra hoje (06/03) os 50 anos do recebimento das primeiras aeronaves de caça Northrop F-5 Tiger II. As três unidades iniciais, do padrão F-5B, decolaram de Palmdale (EUA) no dia 6 de março de 1975, realizando seu primeiro pouso em território vernáculo na Base Aérea de Belém (BABE) e, depois aproximadamente 6.200 milhas náuticas percorridas e mais de 12 horas e 30 minutos de voo, efetuaram o pouso final na Base Aérea do Galeão (BAGL), no dia 13 de março de 1975.

A chegada do F-5 e o início de uma novidade era

Devido às novas demandas operacionais e à urgência de atualização da sua frota de aviões de combate, naquele ano (1975), o Governo Federalista adquiriu 42 caças F-5, sendo 36 unidades da versão E (monoplace, ou seja, para unicamente 1 piloto) e 06 do padrão B (biplace, para dois tripulantes). A chegada desses caças marcou um progressão significativo na resguardo aérea do país, que estava sob recente modernização. Com duas turbinas a jato e a capacidade de ultrapassar a velocidade do som, os F-5 ampliaram substancialmente a capacidade de combate da FAB, sobretudo na perenidade das operações aéreas e aumento do alcance através do reabastecimento em voo, potencial inédito e destravado com a chegada dos novos “Tigres”. O 1º Grupo de Aviação de Caça, Unidade Aérea tradicional sediada na Base Aérea de Santa Cruz (BASC), foi a Organização Militar responsável por alojar esses novos vetores e desenvolver sua fundamento de operação.

Em 1988, os F-5B foram desativados e um segundo lote de 22 F-5E e 04 F-5F foi adquirido da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). Em 2008, a FAB adquiriu um terceiro lote, desta vez de 11 unidades da Real Força Aérea da Jordânia, dando termo ao ciclo de modernização da frota que se iniciou no início dos anos 2000.

Processo de modernização: afiando as garras do “Tigre”

Com seu design desembaraçado, sua grande capacidade de manobra, reles dispêndio operacional e fácil manutenção, o F-5 é, sem incerteza, um dos grandes sucessos da aviação militar mundial, tendo seu valor comprovado em diversos conflitos pelo mundo por meio dos seus mais de 20 países operadores. Entretanto, em virtude da uniforme evolução tecnológica militar e da urgência de manter-se à fundura da liderança regional que o Brasil possui, a FAB optou por iniciar um processo de modernização no início dos anos 2000, que estenderia a vida útil dos F-5 e os colocaria em paridade aos novos conceitos do combate desatento moderno. Dessa forma, em uma parceria com a EMBRAER e AEL Sistemas (subsidiária da israelense ELBIT), leste processo colocou os “Tigres” no patamar de caças de 4ª geração, com enlace de dados (datalink), suíte de armamentos modernos e mísseis além do alcance visual (BVR – beyond visual range), novo radar de bordo, quadro do dedo, noção de mãos na manete e no manche (HOTAS – hands on throttles and stick), cimeira com display integrado (HMD – helmet mounted display), dentre outros. Desta vez, o 1º Esquadrão do 14º Grupo de Aviação, Esquadrão Pampa, sediado na Base Aérea de Canoas (BACO), foi o responsável pela adaptação doutrinária e logística deste salto tecnológico.

O F-5 Tiger II e a soberania do espaço desatento brasílico

Em seguida o seu processo de modernização, o F-5 manteve-se relevante no cenário internacional e passou a ser nomeado F-5M, ou simplesmente “Mike”, forma descontraída porquê os pilotos de caça o apelidaram. No transcurso dos seus 50 anos de trajetória e nas mais de 300 milénio horas de voo, hoje nas cores do 1º Grupo de Aviação de Caça e do 1º Esquadrão do 14º Grupo de Aviação, Esquadrão Pampa, o vetor mostrou-se sempre pronto e presente nas mais diversas demandas nacionais, de setentrião ao sul, de leste a oeste. Pontua-se sua participação destacada em grandes exercícios, porquê a Red Flag (Base Aérea de Nellis, Estados Unidos), Salitre (Base Aérea de Cerro Mulato, Chile) e Cruzeiro do Sul (Base Aérea de Natal, Brasil), muito porquê sua relevante atuação nos grandes eventos nacionais, porquê a Despensa do Mundo de 2014.

A FAB não unicamente celebra os seus 50 anos de operação, mas também reconhece o impacto eterno da aeroplano no fortalecimento da aviação de caça do Brasil. Ao olhar para o horizonte, a FAB se prepara para novos desafios, porém sempre mantendo o espírito e a qualidade operacional que o F-5 ajudou a solidificar ao longo dessas cinco décadas na resguardo da soberania do espaço desatento brasílico.

A história contada por quem a viveu

Para o Brigadeiro do Ar Teomar Fonseca Quírico, hoje atual presidente da Associação Brasileira de Pilotos de Caça (ABRA-PC) e um dos pilotos que foi aos Estados Unidos, em 1974, realizar o curso operacional do F-5, é um orgulho imenso ter vivido essa experiência. “Há 50 anos, tive a honra de fazer secção da primeira flotilha de F-5, que decolou de Palmdale rumo ao Brasil, marcando um novo capítulo na história da Força Aérea Brasileira. Com orgulho, vimos o “Tigre” revolucionar nossas doutrinas e solidificar a FAB porquê uma Força Aérea de vantagem. Hoje, celebramos não unicamente o pretérito, mas a contínua evolução da nossa Aviação de Caça. Senta a Púa! Brasil!”, disse o Solene-General.

Clique aqui e confira um extrato da missão de traslado, denominada “Operação Tigre”, contada pelo Brigadeiro Quírico.

Fotos: FAB

As informações são da Força Aérea Brasileira.

DefesaTV

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