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Os discípulos de Vilagran Cabrita cumprem uma fardo horária de 50 horas de instruções teóricas e práticas, abordando o uso de equipamentos autônomos, física e fisiologia do mergulho, doenças hiperbáricas e procedimentos de procura e recuperação subaquática.
A equipe da Notícia Social da Academia Militar das Agulhas Negras acompanhou uma instrução do Cadete Bruno Alves Dantas, que simulou um mergulho em envolvente contaminado usando roupa seca e máscara facial completa. “Mesmo sem visibilidade, concluo a submersão completamente sequioso, pois utilizo um traje específico para ambientes contaminados”, explicou Dantas.
Além da grade curricular, os cadetes podem obter certificações civis internacionais por meio do Clube de Mergulho Autônomo (CMAut). No Brasil, a formação de mergulhadores militares ocorre no Meio de Instrução e Amestração Almirante Áttila Monteiro Aché (CIAMA), da Marinha do Brasil, e no Meio de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) do Tropa, qualificando militares para operações subaquáticas em diversos contextos.