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sexta-feira, abril 4, 2025

Amazonia-1 completa 4 anos de operação em trajectória

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Primeiro satélite brasiliano de sensoriamento remoto fornece imagens para o desenvolvimento sustentável e políticas ambientais

Na sexta-feira (28/02), o Instituto Vernáculo de Pesquisas Espaciais (INPE) comemora quatro anos de operação do Amazonia-1, satélite lançado em 28 de fevereiro de 2021, a partir do Satish Dhawan Space Centre (SHAR), em Sriharikota, na Índia.

Primeiro satélite totalmente vernáculo para a reparo da Terreno, o Amazonia-1 monitora o território brasiliano e fornece dados essenciais para diversas aplicações, com destaque para as políticas ambientais e de desenvolvimento sustentável.

O Amazonia-1 leva a bordo a câmera WFI, uma inovação da indústria vernáculo. As imagens do satélite são ideais para o monitoramento dos biomas, da diversificada cultura em todo o território vernáculo, da região costeira, reservatórios de chuva, florestas naturais e cultivadas, desastres ambientais, entre outras demandas brasileiras.

O satélite provê imagens que cobrem todo o território brasiliano a cada cinco dias. Cada imagem é transmitida em tempo real para as estações terrenas do INPE. O satélite também possui um sistema de gravação, que permite a compra de imagens de qualquer região do orbe.

Plataforma Multimissão

Além da influência das imagens, com o Amazonia-1 o Brasil conquistou outro lucro tecnológico importante: a validação em voo da Plataforma Multimissão (PMM), projetada para uso em diferentes tipos de satélites na tira de 700kg, para atender missões científicas, meteorológicas e de sensoriamento remoto.

O processo de capacitação para o lançamento da primeira PMM, que viabilizou a missão Amazonia-1, trouxe benefícios também para setores uma vez que pujança, recursos hídricos, telecomunicações, aviação e resguardo. A reprodução da PMM para futuras missões reduzirá significativamente prazos e custos, impulsionando novas aplicações no setor espacial brasiliano.

O Amazonia-1B já está sendo integrado e testado nos laboratórios do INPE. Segundo satélite a utilizar a PMM e o primeiro da Missão AQUAE, o Amazonia-1B irá monitorar os recursos hídricos continentais e marinhos do Brasil, muito uma vez que o estado da atmosfera e sistemas meteorológicos.

Qualificação

Em trajectória, o Amazonia-1 passa por períodos de dia e noite em 100 minutos, enfrentando temperaturas extremas que variam em torno de 200°C. Para confirmar a operação perfeita, é necessário projetar e qualificar o controle térmico do satélite. Para isso, foi construído um padrão termicamente representativo do satélite e simuladas as condições de operação em trajectória, temperatura e vácuo. Esse teste durou mais de 20 dias ininterruptos, simulando os ciclos de 100 minutos da trajectória e as variações sazonais de temperatura.

O Amazonia-1 possui dezenas de equipamentos, interligados por fios e conectores, seja para transmitir informação, seja para sustento com pujança elétrica. São aproximadamente seis quilômetros de fios e 16 milénio conexões elétricas, num envolvente de 1 m x 1 m x 2,5 m, que são as dimensões do satélite.

Uma vez que resultado, podem ocorrer interações eletromagnéticas entre equipamentos, capazes de afetar o funcionamento do satélite em trajectória. Ainda é necessário prometer que não ocorrerá interferência eletromagnética entre o satélite e o veículo lançador. Para isso, é realizado o teste de interferência eletromagnética, quando são utilizados todos os equipamentos e simuladas as diversas situações que poderão ocorrer durante o lançamento e operação em trajectória.

Verificação de sinais

O Amazonia-1 possui diversos sensores que funcionam uma vez que os olhos do satélite e os atuadores, uma vez que as mãos e os braços. Já o cérebro é representado pelos computadores de bordo, software e algoritmos implementados. A combinação desses elementos forma uma enorme teia de “terminações nervosas”. É necessário, logo, verificar cada sinal recebido dos olhos e cada comando ou movimento dos braços e mãos. Vale lembrar que são milhares de conexões.

Os testes são importantes porque, depois de entrar em trajectória, não é mais provável efetuar qualquer reparo de equipamentos. Todas as possíveis configurações de operação precisam ser exaustivamente testadas e verificadas. A campanha de teste do Amazonia-1 (padrão elétrico e padrão de voo) consumiu mais de duas milénio horas somente com o satélite ligado.

Depois que o padrão de voo do satélite passou por todas as verificações de conexões e funcionais, é necessário realizar uma sequência de testes ambientais: vibração mecânica, acústica e termovácuo para prometer que os equipamentos que efetivamente entrarão em trajectória não têm nenhum problema que ligeiro a um mau funcionamento ou falta prematura.

4 anos de Sucesso do Amazonia-1

O Amazonia-1 não unicamente cumpriu sua expectativa de vida útil de 4 anos, mas também superou expectativas, consolidando-se uma vez que um marco no desenvolvimento tecnológico espacial brasiliano. Ele é o primeiro satélite de sensoriamento remoto estabilizado em 3 eixos desenvolvido integralmente pelo Brasil, demonstrando que o país domina o ciclo completo de fabricação de sistemas espaciais desse tipo.

Aliás, o Amazonia-1 validou a PMM em trajectória, qualificando-a com segurança para futuras missões, uma vez que a do Amazonia-1B. Essa conquista é um testemunho do progressão da engenharia vernáculo e da capacidade do Brasil em liderar projetos espaciais complexos.

Ao longo de seus 4 anos em trajectória, o Amazonia-1 tem fornecido imagens essenciais para o monitoramento do território brasiliano, contribuindo para o combate ao desmatamento, o seguimento de queimadas, a estudo do uso do solo, a gestão de desastres ambientais e diversas outras aplicações estratégicas. Esses dados têm sido fundamentais para políticas públicas e ações de preservação, colocando a tecnologia espacial a serviço do país e da sociedade uma vez que um todo, em prol do desenvolvimento sustentável e da proteção dos biomas brasileiros.

O sucesso do Amazonia-1 é fruto do trabalho devotado de instituições uma vez que o INPE, a Dependência Espacial Brasileira (AEB) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Juntas, elas pavimentaram o caminho para que o Brasil se tornasse uma referência em tecnologia espacial, contribuindo para o monitoramento ambiental e o desenvolvimento sustentável do país.

As informações são do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Fonte: DefesaTV

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